Sábado, 13 de Fevereiro de 2010
Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010
coisas da net #011
Quase tudo americano, mas mesmo assim interessante.
O link abaixo diz-nos como eram muitas coisas no ano em que nascemos.
Eu não fazia a minima ideia que o Exorcista é da minha idade! Nem que o bestseller nesse ano foi o Jonathan Livingston Seagull de Richard Bach (Fernão Capelo Gaivota na versão portuguesa). Nem que a musica que estava no cimo do top era Bad, Bad Leroy Brown de Jim Croce. Nem mesmo que foi nesse ano que os Pink Floyd editaram o album "The dark side of the moon".
Pequenas curiosidades...
Vejam vocês próprios o vosso ano (ou outros) no link abaixo.
What happened in my birth year?
Ahhh... quase me esquecia de dizer que a Monica Lewinsky também nasceu nesse ano...
O link abaixo diz-nos como eram muitas coisas no ano em que nascemos.
Eu não fazia a minima ideia que o Exorcista é da minha idade! Nem que o bestseller nesse ano foi o Jonathan Livingston Seagull de Richard Bach (Fernão Capelo Gaivota na versão portuguesa). Nem que a musica que estava no cimo do top era Bad, Bad Leroy Brown de Jim Croce. Nem mesmo que foi nesse ano que os Pink Floyd editaram o album "The dark side of the moon".
Pequenas curiosidades...
Vejam vocês próprios o vosso ano (ou outros) no link abaixo.
What happened in my birth year?
Ahhh... quase me esquecia de dizer que a Monica Lewinsky também nasceu nesse ano...
Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010
sonoridade #001
Eu sonhava que tinha entrado no corpo de um suíno, do qual não era fácil sair, e que chafurdava os pelos nos lodaçais mais imundos. Seria como recompensa, tal como desejara, já não pertencia à humanidade.
Por mim, entendi assim a interpretação do sonho e senti com isso uma alegria mais que profunda. A metamorfose nunca surgiu a meus olhos senão numa alta e magnânime ressonância de uma felicidade perfeita que há muito esperava.
Tinha chegado finalmente o dia em que eu era um suíno!
Experimentava os dentes nas cascas das árvores. O focinho, contemplava-o com delicia. Já não me restava a mínima parcela de divindade. Consegui elevar a alma até à excessiva altura desta inefável volúpia.
Escutai-me pois e não coreis! Inesgotáveis caricaturas do belo, que levais a sério o ridículo zurrar da vossa alma soberanamente desprezível, e que não compreendeis por que motivo o criador, num raro momento de excelente paródia (que de certo não ultrapassa as leis gerais do grotesco) cedeu um dia ao mirífico prazer de fazer habitar um planeta por seres singulares e microscópicos chamados humanos, cuja matéria se assemelha à do coral vermelho.
Claro que tendes razão para corar, ossos e gordura, mas escutai-me! Eu... não vou com a vossa inteligência. Vós faríeis como se fosse expulsa do sangue ante o horror que ela vos testemunha.
Esquecei-a e sede consequentes vós próprios.
Agora não havia mais constrangimentos. Eu queria matar, matava e isso até me acontecia muitas vezes e ninguém mo impedia. As leis humanas perseguiam-me, ainda, com a sua vingança mas a minha consciência não me acusava de nada.
Sonho - Mão Morta
Album - Maldoror (baseado na obra "Cantos de Maldoror" de Conde de Lautréamont)
Nota: texto escrito por mim a ouvir a musica. É possível que alguma palavra não corresponda ao texto real.
Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010
objectiva #016
Imagem: Laje de xisto com gravação
Local: Posto de vigia - Serra do Açor (um dos ponto mais altos da serra)
Data: 19 Agosto 2007
